ASEDIO DE NEVALA (22-28 de noviembre de 1916)

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  • Em 22 de Novembro os alemães iniciam o ataque a Nevala. As forças alemãs, que se encontravam reforçadas por marinheiros do cruzador Koenigsberg, atacaram à baioneta e conquistaram o posto de água que se encontrava fora da zona fortificada de Nevala. Em seguida iniciaram o cerco das forças portuguesas. A 26 de Novembro os alemães a coberto de bandeira da Cruz Vermelha, enviaram um oficial para indagam sobre um ascari, mas que na prática encobria um reconhecimento das nossa posições para melhor regular o tiro da artilharia. No dia 27 de Novembro verificou-se que a artilharia alemã tinha redobrado a eficácia, mas ao identificar um observador alemão no cimo de uma arvore, este foi abatido por um atirador especial e o tiro de artilharia diminuiu de imediato. Entretanto uma coluna portuguesa de socorro que se aproximava foi rechaçada pelas forças alemãs. (38) A 28 de Novembro a partir de Mahuta, foi organizada uma coluna de socorro comandada pelo Capitão Benedito de Azevedo, que incorporava os homens que tinham escapado, dias antes, do ataque aos poços de água de Nevala. Era composta por 11 oficiais e 252 praças entre europeus e indígenas. O plano, entretanto transmitido via TSF para as tropas sitiadas em Nevala, que compunha uma coordenação entre as duas forças por forma a quebrar o cerco. Apesar dos ataque efectuados, que incluíram uma carga à baioneta e de ainda ter saído de Nevala um pelotão da 22ª Companhia Indígena, não foi possível romper o cerco. Sem possibilidade de manter a posição o comandante das forças portuguesas, Major Aristides Cunha, decidiu pela retirada a 28 de Novembro. Assim pelas 22 horas, saíram em coluna, por um caminho no meio do mato em direcção ao Rovuma. Foi necessário destruir tudo o que não era possível transportar. Durante a retirada que se transformou em fuga, 21ª Companhia Indígena, comandada pelo Capitão Francisco Curado, manteve a guarda da retaguarda e a coesão táctica, impedindo a perseguição das forças alemãs. O Capitão Francisco Curado, que com a sua companhia mantinha algum contacto com as forças alemãs, após atravessar o Rovuma, não se dirigiu para a base de Palma, mas sim para Sul, de modo a desviar as forças alemãs desta local. A base marítima de Palma estava apenas defendida por um posto militar.

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  • Fecha de inicio: 1916-11-22

  • Fecha de fin: 1916-11-28

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